terça-feira, 26 de maio de 2015
E AÍ DE REPENTE ESTAVA CASADO. Com direito a tudo,
paletó, papel passado, dama de honra, coroinha, cartório, juiz, pastor, padre,
padrinho e até um preletor espírita. Só não tinha pessoas da umbanda e do
candomblé, porque sua recém esposa não conhecia nenhum. Dos convidados não faltou
ninguém, aliás, só alguns amigos, considerados chatos por Ela, devido à
insistência que eles faziam em ao invés do casamento irem jogar RPG.
A festa foi uma coisa de louco! Tinha um Buffet completíssimo,
com pratos que variavam do clássico canapé, até mesmo a uma boa pratada de
strogonoff de Filé e vinhos 12 anos. Ah! Não podia esquecer, também teve um cardápio
completo para quem preferia comida japonesa ou italiana. Além disso, a
decoração... Que decoração, fantástica! Ela havia contratado uma equipe de designers
de interiores para misturar o gosto do casal, que mesmo sendo completamente
diferentes como games e... (do que ela gostava mesmo?) Deram super certo!
QUANDO ME MUDEI PARA CÁ, nunca pensei que passaria por
tamanho disparate. Sim! Disparate, não tem outro termo! Afinal é uma vergonha
para qualquer um nesses tempos ultramodernos passar, ou melhor, não passar, por
uma situação tão vexatória como essa!
Veja bem, quando me mudei, meu tio, completamente
generoso e otimista, veio me dizer que Goiânia é uma cidade com grandes
oportunidades, capital que quase não se vê diferença social. Local em que até
os carros são tratados como pedestres, por estacionarem nas calçadas. E que,
aqui, eu JAMAIS seria tratado de forma diferenciada na rua. Todo mundo é igual,
perante a imaginação dele. Mas mal sabia eu, que aquele falatório era apenas história
para boi dormir! E olha que de boi aqui tem muito, basta ver nas músicas
sertanejas...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Muito mais do que ter uma vida
saudável e ser garoto (a) academia, esteira, altere, whey, está na moda ser ‘o
falso natureba ou fitness’. Dessa forma, pensando em seu maior conforto (até
porque quem gosta de trabalho é paulista) trazemos aqui dicas de como se tornar
um ‘pseudo Geração Saúde’ com naturalidade e profissionalismo.
Sendo assim comecemos:
1 – Coma sanduíches naturais, como lanche.
Sim, isso mesmo. Sempre que puder, mas principalmente quando estiver acompanhado,
converse a respeito de como as comidas industrializadas fazem mal à saúde e, ao
mesmo tempo, procure um ponto para dar exemplo comprando um desses sanduíches
de pão integral com salada e maionese (falsamente light) e acompanhado de uma
Coca zero ou original, sem se esquecer de avisar que só está comprando o
refrigerante, apenas porque sua imaginária nutricionista disse que podia
extravasar uma vez por semana.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
É de fato um absurdo! Um disparate
sem fim... Deu até no jornal! Um homem, em plena contemporaneidade, parado,
encostado ao muro do terminal de ônibus, desafiando a realidade desse mundo
massificadamente virtual.
Sem dúvida uma falta de respeito!
Estava lá em pé, quieto, lendo seu livro sem nenhuma tecnologia. Isso mesmo!
Sem nenhuma tecnologia, aplicativos, wifi, k-code para ver imagens e o pior, de
P-A-P-E-L! Mas não qualquer papel, um daqueles amarelados, costurados em uma
capa dura, tipo brochura. Brochando todo e qualquer significado de uma
sociedade estruturada, há décadas, sobre o alicerce assertivo do contato a
distância e individualidades sociais preservada pela internet.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Rapaz... Pense num cabra
valente... Mas não qualquer valente. Pense num cabra valente do tipo sujeito
bom, ‘baióla’ (não baitola), duro na queda. Esse era o famoso Celso Rodrigues.
Homem com ‘H’ grande, tão grande que em toda sua valentia se tornou juiz de paz
da comarca numa cidadezinha do sertão do cerrado. Porém, não desses juízes que
depois se candidatam com suas ações contra o crime, apenas para meter a mão nos
bolsos de quem o elegeu, igualando a aqueles a que deu ordem de prisão.
domingo, 18 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Assinar:
Postagens
(Atom)
Pesquisar
Criação Lúcio Vérnon. Tecnologia do Blogger.
As mais lidas
-
Estava ali, em plena terça-feira. O sol dessa cidade castigando seus já poucos cabelos brancos e seu corpo agachado próximo a uma caixa d...
-
– Que desperdício...! Sim, essa foi a primeira frase que ouvi no momento em que entrei na panificadora, próximo ao terminal Praça da ...
-
– Vai para calçada vagabundo! – Gritou um senhor com uniforme de polícia de dentro de seu Gol do ano. Já era quase meio dia. E logica...
-
É... De alguma forma creio ter me perdido no tempo, muito embora eu tenha menos idade que a maioria dos considerados idosos nesse país. A...
-
Não sei se só eu, mas andei percebendo nesses últimos dias um bando de ‘espertalhões’ nas ruas da cidade. Eles ficam aqui e ali perambula...
-
E então depois de um sono relativamente tranqüilo – se é que posso dizer que dormir na frente do Hospital de Urgências de Goiás, onde m...
-
Acho que nunca passei tanto calor como nesse ano em Goiânia. As coisas aqui andam tão complicadas de temperatura, que até tenho medo de c...





